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Crise de Liderança: O Vazio de Poder no Irã em Meio ao Conflito com EUA e Israel
Mundo
Mojtaba Jamenei não foi visto em público desde que sucedeu seu pai como líder supremo. — Foto: EPA via BBC

Crise de Liderança: O Vazio de Poder no Irã em Meio ao Conflito com EUA e Israel

SS

Sol Sertão Online

Colunista

25 de abril de 2026
5 min de leitura

O Mistério em Torno do Novo Líder Supremo

Desde o início dos ataques conduzidos por Estados Unidos e Israel, uma questão central domina os bastidores de Teerã: quem detém, de fato, o comando do país? Formalmente, Mojtaba Khamenei assumiu a liderança suprema após a morte de seu pai, Ali Jamenei, em 28 de fevereiro. No entanto, a ausência de Mojtaba em público gera profundas incertezas sobre sua real capacidade de governar.

Relatos indicam que o novo líder teria sido ferido nos ataques iniciais, com possíveis lesões faciais que dificultariam a fala. Em um sistema político onde a autoridade é exercida através de discursos e aparições calculadas, esse silêncio cria um vácuo de interpretação e enfraquece a sinalização estratégica do Estado.

Diplomacia Operacional e a Ascensão dos Militares

Embora a diplomacia esteja sob a responsabilidade do governo de Masoud Pezeshkian e do chanceler Abbas Araghchi, ambos parecem ter papéis meramente operacionais. A contradição em declarações recentes sobre a abertura do estreito de Ormuz evidencia que a equipe diplomática não controla as decisões militares.

Na prática, o poder real parece ter se deslocado para o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (CGRI), liderado por Ahmad Vahidi. É o CGRI quem dita o ritmo da crise, controlando pontos estratégicos e executando ataques, enquanto a retórica política e diplomática tenta acompanhar as ações já tomadas.

Fragmentação e Sobrevivência do Sistema

Nesse cenário de ambiguidade, surge a figura de Mohammad Baqer Qalibaf, presidente do Parlamento. Com maior visibilidade pública e uma postura mais pragmática, Qalibaf tenta preencher a lacuna de liderança, embora sua legitimidade seja questionada por setores conservadores e linha-dura, que veem as negociações como sinal de fraqueza.

A República Islâmica permanece intacta, mas enfrenta a dificuldade de converter sua influência militar em uma estratégia política coerente. O sistema resiste à pressão externa, mas a falta de um arquiteto público e centralizado sugere que a unidade proclamada por Teerã pode ser mais declaratória do que real.


Referência: Informações adaptadas de G1.

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