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"Cortesia com chapéu alheio": Caiado critica Desenrola 2.0 e ataca gestão de Lula
Política
Ronaldo Caiado garante que PSD terá candidato à presidência nas eleições de 2026 • CNN Brasil

"Cortesia com chapéu alheio": Caiado critica Desenrola 2.0 e ataca gestão de Lula

SS

Sol Sertão Online

Colunista

7 de maio de 2026
5 min de leitura

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD), teceu duras críticas ao programa Desenrola 2.0, lançado recentemente pelo governo federal. A medida permite que trabalhadores utilizem o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como garantia para a renegociação de dívidas bancárias.

Críticas ao uso do FGTS

Para Caiado, a iniciativa do governo federal é, na verdade, uma "cortesia com chapéu alheio". O político argumentou que o programa apenas transfere recursos que pertencem ao trabalhador para as instituições financeiras, sem representar um benefício real do Estado.

“Esse desenrola é simplesmente tirar o seu dinheiro, que tá no FGTS, que é seu, e entregar para o banco”, afirmou o ex-governador durante entrevista à rádio "A Guardiã da Notícia".

Impactos econômicos e habitacionais

Caiado responsabilizou a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo aumento do endividamento da população e pela alta das taxas de juros no país. Além disso, ele alertou que a utilização do FGTS para quitar dívidas pode prejudicar seriamente o setor de habitação.

Segundo o político, a redução da poupança no Brasil compromete a capacidade de produzir e construir novas moradias, desviando a finalidade original do fundo para suprir a inadimplência bancária.

Perspectivas para 2026

O pré-candidato concluiu afirmando que a mudança no cenário econômico do Brasil depende da alternância de poder nas próximas eleições. Para Caiado, derrotar o atual presidente em 2026 é a "condição primária" para implementar um novo modelo de governança capaz de reduzir o endividamento que atinge a maioria da população brasileira.


Referência: Informações adaptadas de CNN Brasil.

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