%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2025%2Ft%2FF%2FybImIjTWa6Nph7WnSMKA%2Fafp-20251205-879h3af-v1-midres-fblwc2026draw.jpg&w=3840&q=75)
Sol Sertão Online
Colunista
A Fifa projeta arrecadar a cifra recorde de US$ 3 bilhões com a venda de ingressos para a próxima Copa do Mundo, consolidando a competição como a edição mais inacessível para os torcedores.
A entidade implementou o sistema de preços dinâmicos, modelo no qual os valores oscilam conforme a demanda em tempo real. Como resultado, o ticket mais barato para a grande final custa quase R$ 21 mil, um valor sete vezes superior ao registrado na última edição.
A situação é agravada pela ausência de regulamentação sobre a revenda de ingressos nos Estados Unidos e no Canadá. Em sites de terceiros, entradas para a final já são ofertadas por valores exorbitantes, chegando a R$ 950 mil (€ 163 mil).
O cenário tem gerado intensos protestos. Torcedores relatam a dificuldade de planejamento financeiro; é o caso de Adaer Melgar, que economizou US$ 100 mensais durante oito anos em uma conta bancária separada, mas ainda assim foi surpreendido pelos custos elevados da competição.
Além do fator econômico, restrições de viagem impostas pelos Estados Unidos dificultam a presença de torcedores de diversas nacionalidades. A insatisfação é tamanha que torcedores do Senegal já sugerem o boicote ao torneio, argumentando que a exclusão de parte do público compromete a essência do esporte e do entretenimento.
Referência: Informações adaptadas de G1.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...