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Copa do Mundo: Irã jogará nos Estados Unidos apesar de fortes tensões diplomáticas
Mundo
Réplicas do troféu da Copa do Mundo são exibidas em loja de Teerã, capital do Irã, no dia 23 de abril de 2026 — Foto: Majid Asgaripour/Wana/Reuters

Copa do Mundo: Irã jogará nos Estados Unidos apesar de fortes tensões diplomáticas

SS

Sol Sertão Online

Colunista

3 de maio de 2026
5 min de leitura

A participação da seleção do Irã na próxima Copa do Mundo tornou-se o centro de novas discussões diplomáticas internacionais. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmaram oficialmente que a equipe iraniana disputará a competição em solo norte-americano, ignorando as profundas controvérsias geopolíticas entre as duas nações.

Acordo pragmático e pressões políticas

Durante congresso da Fifa realizado em Vancouver, no Canadá, Infantino foi categórico ao assegurar a presença do Irã no torneio e confirmar que a seleção jogará nos Estados Unidos. Questionado posteriormente na Casa Branca, Donald Trump reagiu com ironia, afirmando que concordava com a decisão do dirigente do futebol mundial.

Análises geopolíticas sugerem que a postura da Fifa reflete uma tentativa de isolar a entidade das disputas regionais, especialmente no Oriente Médio. Para a organização, a prioridade seria a rentabilidade financeira e o lucro, silenciando rivalidades políticas em prol dos interesses comerciais da instituição.

Vínculos entre esporte e regime

A polêmica se intensifica devido ao fato de que o esporte no Irã é frequentemente utilizado como ferramenta de controle social e simbolismo de poder. A federação iraniana é dirigida por Mehdi Taj, ex-membro da Guarda Revolucionária, evidenciando a ligação direta entre a estrutura esportiva e o regime islâmico.

Essa relação gera inquietação no governo americano. O secretário de Estado, Marco Rubio, destacou que a preocupação central não reside nos atletas em si, mas sim na composição da delegação oficial que acompanhará a equipe em território estadunidense.

Riscos de protestos e logística

O Irã integra o Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia, com partidas previstas para Los Angeles e Seattle. A escolha de Los Angeles é particularmente sensível, por abrigar a maior comunidade iraniana nos Estados Unidos, onde parte da diáspora manifesta forte oposição ao governo de Teerã.

O histórico recente reforça o risco de instabilidade. Na Copa de 2022, no Catar, a seleção foi alvo de vaias de seus próprios torcedores em protesto contra a repressão aos direitos humanos no país, demonstrando que a geopolítica continua a moldar os bastidores do futebol mundial.


Referência: Informações adaptadas de G1.

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