Espaço publicitário — Leaderboard
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. O governo de Donald Trump implementou medidas rigorosas de seguran...
%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FB%2FA%2F7H73OsQRAHAx0whXibgQ%2Fmontagem.jpg&w=3840&q=75)
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O governo de Donald Trump implementou medidas rigorosas de segurança e imigração para a Copa do Mundo de 2026, resultando em revistas minuciosas e entraves para diversas delegações nos Estados Unidos.
A seleção do Senegal foi submetida a triagem com detectores de metal ainda na pista de pouso em Houston, enquanto a Bélgica passou por revistas semelhantes em Chicago. A delegação do Uzbequistão também denunciou a presença de cães farejadores e longas esperas sob sol forte, gerando críticas do técnico Fabio Cannavaro.
O rigor atingiu a arbitragem com o caso do somalino Omar Artan, que teve sua entrada negada e foi submetido a horas de interrogatório, mesmo possuindo visto válido. Em contrapartida, a recepção no México tem sido festiva, como exemplificado pela chegada da seleção da Espanha.
As novas diretrizes ampliaram as restrições de vistos de 19 para 39 países, incluindo Irã e Somália. Além disso, cidadãos de cerca de 50 nações consideradas "de risco" devem depositar cauções reembolsáveis de US$ 5.000 a US$ 15.000 para obter a entrada no território norte-americano.