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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Preços "insanos" marcam a experiência do torcedorA Copa do Mundo d...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Copa do Mundo de 2026, sediada por Estados Unidos, México e Canadá, tem sido marcada por custos elevados que pesam no bolso dos torcedores. Relatos colhidos pela BBC indicam que despesas com ingressos, hospedagem, voos e transporte básico transformaram a experiência em um investimento financeiro significativo, com torcedores gastando cerca de US$ 4 mil (R$ 20,3 mil) para assistir a apenas uma partida.
No México, a situação é ainda mais crítica, com ingressos para o jogo de abertura variando entre US$ 1,5 mil e US$ 4 mil. Para muitos moradores locais, o valor de uma única entrada pode equivaler a três meses de aluguel, tornando o evento inacessível para grande parte da população.
A inflação também atingiu a logística e o consumo interno. Em Nova York, passagens de trem para o estádio saltaram de US$ 12,90 para US$ 98, enquanto bebidas nos estádios chegam a custar US$ 16. A governadora de Nova Jersey destacou que a Fifa não tem colaborado com os custos de transporte, estimados em US$ 48 milhões.
Para mitigar os impactos, algumas cidades adotaram medidas, como o sorteio de ingressos a US$ 50 em Nova York, a Lei Torcedores em Primeiro Lugar em Ontario e transporte gratuito em Dallas. Apesar dos valores considerados "insanos", a maioria dos torcedores afirma que as memórias e a oportunidade única de ver suas seleções justificam o gasto.