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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Domínio de MercadoA Copa do Mundo de 2026 é palco de uma intensa d...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Copa do Mundo de 2026 é palco de uma intensa disputa comercial, onde três grandes marcas esportivas vestem 77% das seleções participantes (37 de 48). A Adidas lidera com 14 equipes, seguida pela Nike, com 12, e a Puma, com 11, embora fabricantes alternativos também marquem presença no torneio.
No cenário brasileiro, a CBF renovou o contrato com a Nike até 2038, em um acordo estimado em 100 milhões de dólares. Enquanto isso, a Adidas mantém a parceria com a atual campeã, Argentina, mas enfrenta a perda da seleção alemã, que migrará para a Nike no próximo ano após 75 anos de união.
O embate estende-se ao portfólio de estrelas individuais. A Nike conta com nomes como Cristiano Ronaldo, Kylian Mbappé, Vinicius Junior e Erling Haaland, enquanto a Adidas aposta na imagem de Lionel Messi. A marca americana também demonstra forte expansão no mercado africano, com cinco seleções do continente.
Paralelamente, observa-se uma tendência de jogadores fortalecerem a própria propriedade intelectual. Kylian Mbappé lidera o registro de marcas na União Europeia com 15 registros, superando Messi e Cristiano Ronaldo. Lamine Yamal (7), Vinicius Junior (5) e Neymar (2) também protegem suas marcas para uso comercial.