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Sol Sertão Online
Colunista
A estimativa para a inflação de 2026 registrou nova alta, marcando a sétima semana consecutiva de elevação nas projeções do mercado financeiro. Os dados constam no Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central, após consulta a mais de 100 instituições financeiras.
O principal fator para a revisão é a instabilidade no Oriente Médio. A escalada do conflito provocou a disparada do preço do petróleo, que já opera acima de US$ 100, gerando pressão sobre os custos dos combustíveis no Brasil. Esse cenário preocupa economistas, pois o aumento da inflação reduz diretamente o poder de compra da população, afetando principalmente as faixas de renda mais baixas, cujos salários raramente acompanham a subida dos preços.
Apesar da perspectiva inflacionária, o mercado financeiro mantém a projeção de queda nos juros. Atualmente, a taxa básica está em 14,75% ao ano, após o primeiro corte autorizado pelo Banco Central em quase dois anos.
Quanto ao crescimento econômico, a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2026 sofreu uma leve redução, caindo de 1,86% para 1,85%. Para 2027, a projeção permanece em 1,8%. Como referência, o resultado oficial do PIB do ano anterior foi de expansão de 2,3%, conforme dados do IBGE.
No mercado de câmbio, houve uma melhora nas expectativas: a projeção para o dólar ao final deste ano caiu de R$ 5,30 para R$ 5,25, enquanto para o fechamento de 2027 a estimativa segue estável em R$ 5,35.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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