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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1. Escalada militar no GolfoA Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) disparou contra quatro petroleiros que atravessavam o Estreito de Ormuz sem autorização e lançou mísseis contra bases militares dos Estados Unidos. Teerã alertou que poderá fechar completamente a região para exportações energéticas caso as ações norte-americanas, classificadas como "provocações", continuem.
Em resposta, as forças dos EUA atacaram instalações de radar costeiras e centros de vigilância em Goruk e na Ilha de Qeshm. O Comando Central dos EUA (CENTCOM) informou ter interceptado diversos mísseis balísticos e drones iranianos que tinham como alvo o tráfego marítimo regional e países vizinhos do Golfo.
Enquanto o Irã afirma ter atingido alvos americanos, os militares dos EUA declararam que a maioria dos projéteis foi interceptada. O conflito, que já dura três meses, tem causado restrições significativas na navegação de uma região por onde transitava cerca de um quinto do petróleo mundial.
Apesar dos confrontos, as duas potências mantêm negociações indiretas para um acordo provisório de interrupção da guerra. O governo iraniano exige a flexibilização de sanções, acesso a receitas petrolíferas, o fim do bloqueio aos seus portos e influência sobre o Estreito de Ormuz.