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Sol Sertão Online
Colunista
A China declarou nesta quinta-feira que os ataques promovidos pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã são o principal fator por trás do bloqueio do Estreito de Ormuz. A declaração surge após o presidente americano, Donald Trump, afirmar em discurso que a reabertura desta vital via marítima é uma responsabilidade global.
A porta-voz chinesa, Mao Ning, reiterou o pedido por um cessar-fogo imediato no Oriente Médio e condenou as ameaças de escalada contra o Irã feitas por Trump. Em pronunciamento televisionado, o líder americano chegou a cogitar ataques a usinas de eletricidade iranianas caso um acordo de trégua não seja alcançado.
"Meios militares não podem resolver fundamentalmente o problema, e a escalada dos conflitos não está no interesse de nenhuma das partes", afirmou Ning em coletiva de imprensa, apelando para que "as partes envolvidas cessem imediatamente as operações militares".
Em resposta ao discurso de Trump, o Irã afirmou nesta quinta-feira que a guerra continuará "até a rendição e o arrependimento permanente do inimigo", referindo-se aos Estados Unidos e a Israel. O conflito já se estende pelo segundo mês.
O presidente dos EUA, Donald Trump, em pronunciamento transmitido na quarta-feira (1º), indicou que os objetivos militares americanos no conflito estão próximos de serem alcançados.
Durante seu pronunciamento, Trump abordou o fechamento do Estreito de Ormuz, destacando que os Estados Unidos não dependem mais do petróleo do Oriente Médio que transita pela via.
O presidente americano ressaltou que os EUA se tornaram o maior produtor de petróleo e gás do mundo, com forte contribuição da produção venezuelana, e, portanto, "não precisam" do fornecimento proveniente do Oriente Médio.
➡️ Contexto: Trump tem criticado líderes europeus por se recusarem a enviar navios militares para auxiliar na reabertura do Estreito de Ormuz. A perspectiva europeia é que o problema foi gerado pelos EUA e Israel, e não compete a eles enviar tropas para a zona de conflito.
Adicionalmente, Trump reiterou o chamado para que outras nações tomem medidas para garantir a reabertura do estreito.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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