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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil. A balança comercial brasileira apresenta uma mudança de ei...
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
A balança comercial brasileira apresenta uma mudança de eixo, com a China consolidando sua posição como principal parceiro comercial, enquanto os Estados Unidos perdem participação. A tendência é impulsionada pela possibilidade de novas tarifas americanas, que incluem taxas de 25% devido a investigações da Seção 301 e 12,5% por falhas no combate ao trabalho forçado.
Entre janeiro e maio, as exportações brasileiras para os EUA caíram 16,02%, reduzindo a fatia de participação do país de 12,21% para 9,43%. Em contrapartida, os envios para a China cresceram 21,82% no mesmo período, saltando para US$ 46,2 bilhões e elevando a participação chinesa nas exportações totais para 31,14%.
Especialistas apontam que o cenário favorece o aprofundamento das relações sino-brasileiras, especialmente no setor de minérios e terras raras, essenciais para o desenvolvimento tecnológico e a indústria bélica, o que pode atrair novos investimentos chineses em território nacional.
Para mitigar a relevância dos EUA e ampliar mercados, o Brasil tem diversificado suas parcerias. Houve alta expressiva nas exportações para a Índia (70,22%) e nas importações da Coreia do Sul (138,68%), além da formalização de acordos comerciais com a Indonésia e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA).