Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.
O Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu, a partir desta terça-feira (2), a utilização do PMMA (polimetilmetacrilato) em procedimentos estéticos. A medida visa mitigar os graves riscos à saúde associados ao uso da substância como preenchedor.
A única exceção prevista na resolução é o uso para o tratamento de lipodistrofia em pacientes com HIV/Aids, desde que o procedimento seja realizado conforme as normas do Sistema Único de Saúde (SUS).
A proibição ocorre após a ocorrência de óbitos e complicações graves, a exemplo do caso da influenciadora Aline Ferreira. De acordo com o CFM, a substância pode causar reações inflamatórias, granulomas, embolia gasosa e efeitos considerados mutilantes no corpo devido à sua presença permanente nos tecidos.
A resolução será oficializada no Diário Oficial da União (DOU) e prevê sanções para os profissionais. Médicos que descumprirem a medida poderão ser condenados a penas de 6 meses a 2 anos de prisão por exercício ilegal da medicina.
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