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Cebolinha dá lugar a frutas de IA em questão de ciências: psicólogos alertam para riscos
Educação
Prova trouxe quatro perguntas sobre os 'minibananildos' — Foto: Reprodução/Redes sociais

Cebolinha dá lugar a frutas de IA em questão de ciências: psicólogos alertam para riscos

SS

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Colunista

11 de abril de 2026
5 min de leitura

Uma escola pública em Viamão, no Rio Grande do Sul, inovou na forma de abordar a reprodução humana para alunos do 9º ano, substituindo os tradicionais personagens da Turma da Mônica por figuras criadas por inteligência artificial: Bananildo e Moranguete. As duas frutas falantes, que ganharam popularidade em novelinhas no TikTok, foram protagonistas de uma questão de ciências. O problema reside na tentativa de usar a ludicidade para explicar o processo, gerando equívocos conceituais significativos, segundo especialistas.

Equívocos científicos na abordagem

Professores de biologia apontam o primeiro erro na escolha do "elenco". As bananas comercializadas atualmente são partenocárpicas, desenvolvendo-se sem a necessidade de sementes e, consequentemente, sem um processo de fecundação. "Não existe fecundação entre as bananas que produzimos hoje", esclarece Marcelo Perrenoud, professor de biologia do Curso Anglo.

Mesmo que a fruta escolhida não fosse partenocárpica, a mistura de universos pode ser didaticamente arriscada. Em plantas, os gametas masculinos são células espermáticas e os femininos são oosferas. A utilização dos termos "espermatozoides" e "óvulos" para o contexto frutífero pode induzir os alunos a uma compreensão equivocada. A referência a "minibananildos", por exemplo, reforça a ideia incorreta de que o espermatozoide seria uma versão em miniatura de um ser humano.

A tentativa de "suavizar" o conteúdo para o público pré-adolescente acabou, segundo os especialistas, sacrificando o rigor científico. "O sistema humano envolve genitais e glândulas específicas. Fazer essa comparação direta com frutas fica muito complexo e induz ao erro. Foi uma tentativa lúdica de falar sobre o assunto, mas, às vezes, na tentativa de deixar o assunto mais leve, acabamos gerando mais dúvidas", pondera Perrenoud.


Referência: Informações adaptadas de G1.

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