Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O governo dos Estados Unidos confirmou a implementação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, com vigência a partir de 22 de julho. A medida, resultado de uma investigação comercial do USTR, impactará US$ 11 bilhões em exportações, atingindo 26,2% do volume comercializado pelo Brasil com o mercado norte-americano.
Em resposta, o Palácio do Planalto decidiu adotar a Lei da Reciprocidade, sancionada em 2025, que permite retaliações contra nações que apliquem barreiras comerciais ao país. O governo federal analisa a aplicação cirúrgica da lei para evitar prejuízos internos, com levantamentos preliminares indicando possíveis medidas contra o setor audiovisual e patentes farmacêuticas.
Para mitigar os impactos, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Márcio Rosa reuniram-se com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) para discutir alternativas via política Nova Indústria Brasil (NIB). Além disso, será implementado o plano "Brasil Soberano" para prestar auxílio direto às empresas prejudicadas pela nova taxação.
Paralelamente, a ApexBrasil lançará, no início de agosto, um programa de diversificação de mercados com investimento de R$ 130 milhões. O objetivo é realocar a produção para parceiros estratégicos, como Japão, Canadá, Emirados Árabes e países da Ásia Central, além de aproveitar o acordo entre Mercosul e União Europeia.
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