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Brasil e China estreitam aliança estratégica diante de pressões e tarifas dos EUA
Mundo
Ministro Mauro Vieira ao lado do Ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, em Pequim • Divulgação/MRE

Brasil e China estreitam aliança estratégica diante de pressões e tarifas dos EUA

SS

Sol Sertão Online

Colunista

3 de junho de 2026
5 min de leitura

Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por CNN Brasil.


Brasil e China reforçam cooperação contra desafios externos

O chanceler da China, Wang Yi, e o ministro de Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, reuniram-se em Pequim para aprofundar a cooperação bilateral e "repelir conjuntamente os desafios externos". Como membros do grupo BRICS, ambos os países defendem a consolidação de uma ordem mundial multipolar para diluir o domínio dos Estados Unidos em instituições globais.

O encontro ocorreu simultaneamente a tensões diplomáticas com Washington. O Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) propôs a imposição de tarifas de 25% sobre importações brasileiras, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou a classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas pelos EUA, citando interferência indevida.

Durante a reunião, Wang Yi manifestou o apoio da China à soberania nacional, à independência e à autonomia do Brasil. Os diplomatas discutiram questões internacionais de interesse comum, buscando consenso para garantir a estabilidade e a segurança em um cenário global descrito como turbulento.

A China mantém-se como o maior parceiro comercial do Brasil, sendo o principal destino de exportações de soja, carne bovina e minério de ferro. Apesar das pressões dos EUA, as duas nações seguem colaborando em pautas de segurança global, incluindo esforços diplomáticos sobre o conflito na Ucrânia.

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