Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
O Brasil registrou em 2025 o menor número de casos de malária em quase 50 anos, com 118.037 registros de transmissão local, o que representa uma queda de 14,8% em relação a 2024. Segundo o Ministério da Saúde, o número de óbitos também recuou 30%, atingindo o patamar mais baixo desde 1978.
O resultado é atribuído ao uso da tafenoquina, medicamento de dose única incorporado ao SUS. A droga é indicada para combater o parasita Plasmodium vivax, que pode permanecer no fígado e provocar recaídas, superando a dificuldade de adesão aos tratamentos anteriores que exigiam doses diárias por até duas semanas.
O governo expandiu a oferta do fármaco tornando o Brasil o primeiro país do mundo a disponibilizá-lo para crianças pelo sistema público. A medida visa reduzir os índices no público infantil, que concentra cerca de 50% dos registros, com a distribuição inicial ocorrendo na Terra Indígena Yanomami, em Roraima.
Até junho deste ano, a tafenoquina foi administrada a mais de 33,7 mil pessoas, incluindo 3,9 mil em Distritos Sanitários Especiais Indígenas. Dados recentes apontam que as recaídas da doença caíram 61,9% e o total de casos recuou 55% em comparações anuais recentes.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...