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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A BP, gigante global de energia, anunciou a destituição imediata de Albert Manifold, presidente de seu conselho de administração, nesta terça-feira (26). A companhia justificou a decisão apontando falhas na gestão, na supervisão de atividades e no comportamento esperado do executivo.
A saída ocorre poucos meses após a nomeação de Manifold, que tinha a missão de reformular a estratégia da empresa. O executivo havia supervisionado a escolha de Meg O'Neill, a quinta CEO da companhia desde 2020, com o objetivo de redirecionar o foco para os combustíveis fósseis e reduzir investimentos em energias renováveis.
O episódio reflete um período de instabilidade na liderança da BP. Nos últimos três anos, a empresa enfrentou a demissão de Bernard Looney, por omitir relacionamentos pessoais, e a saída abrupta de Murray Auchincloss em dezembro, sem que motivos claros fossem divulgados.
O mercado reagiu negativamente ao anúncio, resultando em uma queda de quase 10% nas ações da BP, o que levou à suspensão temporária das negociações na Bolsa de Londres.
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