%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2024%2Fl%2F3%2F9KETPSQwuEsBZiOqm8eQ%2Frealdinheiro-moeda-1310202270.jpg&w=3840&q=75)
Sol Sertão Online
Colunista
O Banco Central informou que ainda existem R$ 10,55 bilhões em recursos esquecidos em instituições financeiras, conforme balanço contabilizado até fevereiro deste ano. Até o momento, a autarquia já viabilizou a devolução de R$ 14,14 bilhões aos clientes.
Embora houvesse uma previsão teórica de que o prazo para a busca desses valores teria se encerrado em 16 de outubro de 2024, o Ministério da Fazenda esclareceu recentemente que não há prazo limite para que os clientes resgatem seus recursos junto às instituições financeiras.
O sistema do Banco Central permite que pessoas físicas (inclusive falecidas) e empresas consultem a existência de valores em bancos, consórcios ou outras entidades. Para a liberação via sistema, é necessária a indicação de uma chave PIX. Caso o usuário não possua a chave, deverá entrar em contato diretamente com a instituição financeira para combinar a forma de recebimento ou criar uma chave e retornar ao sistema.
No caso de valores pertencentes a pessoas falecidas, a consulta é restrita a herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais, sendo obrigatório o preenchimento de um termo de responsabilidade.
Desde maio do ano passado, o BC disponibiliza a opção de solicitação automática de resgate, um serviço facultativo para quem deseja automatizar o processo. As demais funcionalidades do sistema permanecem inalteradas.
Para reforçar a segurança contra fraudes digitais, o Banco Central atualizou a verificação do sistema em fevereiro. O acesso é realizado com CPF e senha, sendo indispensável o uso do aplicativo gov.br para a geração de código de acesso e a realização de validação facial para a liberação do serviço.
Referência: Informações adaptadas de G1.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...