Sol Sertão Online
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
Dezenove mulheres e crianças australianas ligadas ao grupo Estado Islâmico desembarcaram em Melbourne e Sydney na última terça-feira. O grupo, composto por sete mulheres e 12 crianças, chegou em voos da Qatar Airways, somando-se a outros 13 repatriados que retornaram ao país recentemente.
Embora ninguém tenha sido detido no momento da chegada, as autoridades de inteligência e a polícia confirmaram que as investigações sobre as atividades do grupo na Síria continuam. O Ministro do Interior, Tony Burke, alertou que qualquer indivíduo que tenha cometido crimes enfrentará a lei, reforçando que a prioridade do governo é a segurança da comunidade.
O processo de retorno ocorre em um contexto de rigor jurídico, visto que três mulheres de um grupo anterior já foram acusadas de crimes de terrorismo e escravidão. O primeiro-ministro Anthony Albanese reiterou seu desprezo por simpatizantes do ISIS, enquanto agências de segurança mantêm planos de monitoramento para os repatriados.
Apesar dos retornos, alguns australianos permanecem no campo de Roj, na Síria, devido a ordens de exclusão temporária instituídas em 2019. Uma dessas mulheres, que deixou Sydney em 2015, está impedida de retornar ao país até fevereiro de 2028, enquanto sua família tenta contestar a decisão judicialmente.
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