%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Fa%2Fe%2FiCBLUsQnS17K6BUB5HmQ%2Fap26116064686850.jpg&w=3840&q=75)
Sol Sertão Online
Colunista
Um ataque a tiros durante o tradicional jantar de correspondentes, em Washington D.C., causou pânico e mobilizou o Serviço Secreto no último sábado (25). O evento, realizado em um hotel da capital norte-americana, contava com a presença do presidente Donald Trump e de diversas autoridades de alto escalão do governo dos Estados Unidos.
Relatos de profissionais presentes no local apontam para um esquema de segurança insuficiente, destacando a ausência de revistas e a conferência apenas de ingressos. O caos começou enquanto os convidados iniciavam o jantar e autoridades estavam no palco. Com o início dos disparos, os presentes buscaram abrigo sob as mesas enquanto agentes fortemente armados entravam no salão para retirar rapidamente os líderes governamentais.
Durante coletiva na Casa Branca, o presidente Trump confirmou que um agente foi baleado durante a ação, mas informou que o profissional está bem. O Serviço Secreto revelou que o autor do crime utilizou uma escopeta. O suspeito foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, residente da Califórnia. O FBI já localizou a residência do indivíduo e realiza buscas no local.
Trump, que já enfrentou duas tentativas de assassinato nos últimos dois anos, afirmou acreditar que era o alvo principal da ação. O presidente classificou o incidente como um "momento traumático" e destacou a periculosidade do cargo que ocupa, elogiando a rápida resposta das equipes de segurança para a evacuação do recinto.
Referência: Informações adaptadas de G1.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...