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Sol Sertão Online
Colunista
Washington, EUA — O professor Cole Tomas Allen, de 31 anos, compareceu nesta segunda-feira (27) à sua primeira audiência judicial em um tribunal de Washington. Ele foi formalmente acusado de tentativa de assassinato contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O crime ocorreu no último sábado (25), durante o tradicional jantar anual entre o presidente e os correspondentes da Casa Branca, realizado em um hotel na capital norte-americana. O evento foi interrompido por disparos de arma de fogo, o que mobilizou imediatamente o Serviço Secreto. Donald Trump, a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance foram retirados às pressas do salão sob forte segurança.
Jornalistas que cobriram o evento relataram que a segurança na entrada do hotel não foi rigorosa, apontando falhas nos protocolos de checagem. Cole Tomas Allen, que não possuía antecedentes criminais, foi detido no local por agentes federais.
Apesar da gravidade do crime, especialistas jurídicos, como o professor Gustavo Ribeiro, da American University Washington College of Law, afirmam que a prisão perpétua é o desfecho mais provável para o acusado. Embora a tentativa de assassinato de um presidente possa remeter à pena de morte, o crime aconteceu em Washington, D.C., onde a pena capital foi abolida em 1981.
O episódio remete a outros atentados contra a presidência dos Estados Unidos. Em setembro de 1975, o então presidente Gerald Ford sobreviveu a duas tentativas de assassinato em um intervalo de apenas 17 dias. Naquela ocasião, as agressoras foram Lynette Fromme, integrante da seita "Família Manson", e Sara Jane Moore, ambas na Califórnia.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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