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Sol Sertão Online
Colunista
O órgão de fiscalização interna do Departamento de Justiça dos Estados Unidos iniciou uma revisão para determinar se a pasta cumpriu rigorosamente a legislação que determinou a divulgação dos arquivos de Jeffrey Epstein.
A auditoria, conduzida pelo escritório do inspetor-geral, irá analisar minuciosamente a forma como os materiais foram coletados, processados e, principalmente, como foram aplicadas as tarjas de sigilo antes da publicação dos documentos.
O processo ocorre após denúncias de sobreviventes de Epstein, que afirmam que a divulgação inadequada de informações pessoais expôs a privacidade das vítimas. Ao mesmo tempo, surgiram críticas sobre a possibilidade de dados prejudiciais ao presidente Donald Trump terem sido omitidos dos registros disponibilizados ao público.
A análise recai sobre um período de alta sensibilidade política no Departamento de Justiça. Inicialmente, o Poder Executivo resistiu à publicação de milhões de páginas de registros, cedendo apenas após a aprovação de uma lei pelo Congresso e a posterior sanção presidencial.
Este movimento de fiscalização é o primeiro grande esforço do órgão desde que Trump assumiu o cargo pela segunda vez, em um cenário marcado por demissões em massa de funcionários e graves alegações de politização de investigações federais.
Jeffrey Epstein, bilionário indiciado por tráfico sexual, cometeu suicídio em uma cela de prisão em Nova York em agosto de 2019, pouco após ser alvo de acusações federais.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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