%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Fv%2F7%2FicVavRTVCpdvF52aCArA%2Fcaixa-medicamento-vyalev-alta.png&w=3840&q=75)
Sol Sertão Online
Colunista
Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o Vyalev, novo medicamento da farmacêutica AbbVie destinado a pacientes com doença de Parkinson em estágio avançado. A terapia, composta por foscarbidopa e foslevodopa, é a primeira no Brasil a utilizar o sistema de infusão subcutânea contínua por 24 horas.
O objetivo do tratamento é manter níveis estáveis da medicação no organismo, reduzindo os períodos “off” — fases em que os sintomas motores retornam intensamente — e prolongando os momentos “on”, em que a doença permanece controlada. A indicação é voltada para pacientes que já não respondem adequadamente aos comprimidos tradicionais de levodopa.
O medicamento surge também como alternativa à estimulação cerebral profunda, cirurgia invasiva que é contraindicada para cerca de 60% dos pacientes devido a condições como demência ou instabilidade postural, além de ser recusada por 45% dos casos por ser considerada invasiva.
A aprovação baseou-se em estudo de fase 3 com 130 pacientes, revelando que a infusão contínua proporcionou um ganho médio de 2,72 horas adicionais de tempo “on” sem discinesia problemática, contra 0,97 hora no grupo controle. Os efeitos adversos relatados, como alucinações e reações no local da aplicação, foram classificados majoritariamente como leves ou moderados.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...