%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Fs%2Fe%2FdpPfWqQza9Bb0AySAMSw%2Fcaptura-de-tela-2026-05-11-064248.jpg&w=3840&q=75)
Sol Sertão Online
Colunista
A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou para a próxima sexta-feira (15) o julgamento do recurso apresentado pela Química Amparo, fabricante da marca Ypê. O processo discute a resolução que determinou a suspensão da fabricação e o recolhimento de lotes de detergente lava-louças, sabão líquido para roupas e desinfetante.
O diretor-presidente da Anvisa, Leandro Pinheiro Safatle, revelou que inspeções conjuntas realizadas na unidade da empresa, em Amparo (SP), identificaram 76 irregularidades. As falhas são consideradas graves, com destaque para a contaminação microbiológica em mais de 100 lotes e a ineficiência no controle de materiais embalados.
Esses problemas comprometem as chamadas Boas Práticas de Fabricação (BPF), que são normas técnicas obrigatórias para garantir a segurança e a eficácia de saneantes. A presença de microrganismos indesejados nos produtos pode representar um risco direto à saúde dos consumidores, podendo causar doenças.
Em reunião com a Anvisa, a Química Amparo informou que está intensificando os trabalhos para implementar 239 ações corretivas em suas linhas de produção, visando atender às exigências sanitárias baseadas em inspeções realizadas entre 2024 e 2025.
Embora a empresa tenha apresentado um recurso administrativo para suspender a obrigatoriedade do recolhimento dos produtos, a Anvisa mantém a avaliação de risco técnico. A agência recomenda fortemente que os consumidores NÃO utilizem os produtos dos lotes afetados e procurem o serviço de atendimento ao consumidor da marca para obter orientações.
Referência: Informações adaptadas de G1.
Carregando autenticação...
Carregando comentários...