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Sol Sertão Online
Colunista
Interlocutores próximos ao ex-presidente Jair Bolsonaro intensificaram as tratativas com representantes do governo de Donald Trump, nos Estados Unidos. O objetivo central é viabilizar a retomada da aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Paulo Figueiredo, aliado de Eduardo Bolsonaro e residente nos EUA, afirmou que a medida seria a resposta mais provável do governo americano no atual cenário. Segundo Figueiredo, essa articulação integra uma estratégia mais ampla que visa criar o ambiente político necessário para impulsionar processos de impeachment de ministros da Suprema Corte brasileira.
Considerada por especialistas como uma "pena de morte financeira", a Lei Magnitsky permite que o governo dos Estados Unidos imponha sanções severas a cidadãos estrangeiros acusados de corrupção em larga escala ou violações graves de direitos humanos.
Na prática, as sanções restringem drasticamente a movimentação financeira do indivíduo, impedindo, por exemplo, a utilização de cartões de crédito de grandes bandeiras que operam em território americano.
O ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane de Moraes, chegaram a ser sancionados pelo governo dos EUA entre julho e setembro de 2025, sendo removidos da lista em dezembro do mesmo ano.
O enquadramento do magistrado na legislação americana ocorreu em meio a tentativas de influenciar julgamentos no STF. Paralelamente, o ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por sua atuação no planejamento de atos golpistas para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva após as eleições de 2022.
Referência: Informações adaptadas de G1.
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