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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1 Pop & Arte. Fraude Digital: IA replica influenciadores para lucro i...
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Nota da Redação: Este artigo é um resumo curado. A reportagem original foi publicada por G1 Pop & Arte.
Criadores de conteúdo denunciam uma nova modalidade de fraude em que perfis de Inteligência Artificial (IA) replicam movimentos, trejeitos e cenários de influenciadores para fins comerciais. A prática consiste em utilizar vídeos originais como comandos para criar "avatares" que vendem produtos em plataformas como o TikTok Shop, sem a autorização das vítimas.
O influenciador Lucas Simões Lima identificou que um clone digital, sob o nome de "Lucas Barroso", utilizava sua imagem para comercializar diversos itens e interagir com seguidores como se fosse real. Outras criadoras, como Júlia Barni e Júlia Alcoforado, também relataram a clonagem de seus conteúdos para autopromoção indevida.
A disseminação dessa prática é impulsionada por cursos online de baixo custo, que ensinam a criação de clones digitais para monetização rápida. De acordo com a advogada Aracy Viana, embora não haja legislação específica para IA, o Código Civil protege os Direitos de Personalidade, abrangendo a voz, a imagem e até elementos do cenário particular do indivíduo.
O TikTok informou que a impersonificação de pessoas reais para fins comerciais é proibida por suas diretrizes e que a equipe jurídica da plataforma já investiga o caso específico de Lucas Simões Lima.
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